Pratiquei artes marciais desde criança e quando adolescente os praticantes treinavam duro no tatame. Depois que me formei como faixa preta vi muita gente soberba esquecendo a humildade de lado que deveria ser uma qualidade básica das lutas. Há muitas ervas daninhas nas artes marciais. A vaidade fala mais alta para certos praticantes. Excluir ao invés de acolher acontece em alguns dojos (salas de treino). Hoje, a inclusão fala mais alto que antigamente. A saúde mental é mais inclusiva em muitas academias graças a Deus, já era hora! Eu mesmo fui e ainda sou um patinho feio das artes marciais. No momento presente não pratico mais artes marciais. Mas continuo estudando a teoria e filosofia das lutas. Já estou velho para treinar. E também não quero me machucar ou lesionar. Mas aprendi a pouco tempo a qualidade da humildade e respeito ao próximo e a mim mesmo! Vivo hoje uma vida equilibrada e com equilíbrio mental e espiritual. Estou feliz deste jeito. Menos vaidade e soberba. Mais humildade e respeito um com o outro! Uma vida com mais amor e paz. Lutar para aprender e não machucar. Levar para os quatro cantos do planeta o exemplo de caridade, paz, respeito e lealdade. A principal característica de um bom artista marcial é a humildade e estar sempre aprendendo na vida um com o outro. Somos leais a nós mesmos. E respeitamos nossos professores e mestre e também nossos colegas de treino com humildade e respeito mútuo.

Luissando

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